Fundamentos mais frequentes

Falta de entrega de rendimento, ausência de informação, ocultação de rendimentos, desemprego não justificado ou mudança sem comunicação são situações recorrentes.

Direito de resposta

O devedor deve apresentar recibos, extratos, despesas, comunicações anteriores e cálculo das quantias. Erros do fiduciário ou divergências sobre média de rendimentos devem ser demonstrados.

Regularização e proporcionalidade

Quando existe incumprimento sanável, pode propor-se pagamento, plano ou esclarecimento. A consequência deve atender à culpa, prejuízo e comportamento global.

Consequências

A cessação impede a decisão final de exoneração, mantendo-se as dívidas. Por isso, não deve ser tratada como mera questão administrativa.

Perguntas frequentes

Posso contestar o cálculo do fiduciário?

Sim, apresentando método e documentos.

Um atraso isolado causa cessação?

Depende da gravidade, culpa e prejuízo.

Posso pagar em prestações o valor em falta?

Pode ser proposto, sujeito a aceitação ou decisão.

Preciso de responder ao tribunal mesmo tendo falado com o fiduciário?

Sim, quando existe notificação judicial.

Autoria e revisão jurídica

António Pina Moreira Advogados

Conteúdo preparado e revisto sob responsabilidade de António Pina Moreira, advogado, cédula profissional n.º 65538P. A António Pina Moreira Advogados acompanha insolvência pessoal e empresarial, exoneração do passivo restante, PEAP, PER, reclamação de créditos, incidentes patrimoniais e oposição a pedidos de insolvência.

Fontes oficiais e enquadramento

O enquadramento principal consta do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas. A publicidade processual deve ser confirmada no portal Citius e a legislação em vigor no Diário da República. A redação evita promessas de resultado e deve ser atualizada quando existirem alterações legislativas ou jurisprudenciais relevantes.